Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.

Jubileu?


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 Por Farinelli – Lagoinha.com

 

Como agia a Igreja dos primeiros séculos, com respeito ao Jubileu?
Senhor Jesus, deixou claro que veio para cumprir a Lei e não anula-la, portanto Ele cumpriu em si mesmo também o Jubileu do Antigo Testamento. Isaías profetizou o “ano aceitável do Senhor” (Is. 61-2), e “o ano dos meus redimidos é chegado”. (Is. 63.4). Se lermos atentamente a profecia que fala de Jesus, em Isaias 61:1-3, vemos claramente que os benefícios concedidos pelo ano do Jubileu, o Senhor os confirmou e os ampliou ainda mais. Oferecendo “boas novas aos mansos, restauro aos contritos de coração, liberdade aos cativos, abertura das portas das prisões aos presos e consolação a todos os tristes” Isto sim que é Jubileu.

A Igreja dos primeiros séculos, foi ágil em anunciar este novo Jubileu, que não era destinado somente aos Judeus, mas concedido à todo o que crê . Os primeiros missionários pregavam assim: “Saiba pois com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” Atos 2:36, ou seja: Senhor de todas as coisas, inclusive dos Jubileus, já que estas festas tinham que ser repetidas, e a liberdade que da Jesus é completa e eterna.

Como nos relata Atos dos Apóstolos, 5:32-37, é possível que quando os crentes vendiam as suas propriedades e depositavam o preço aos pés dos apóstolos, ainda tivessem em mente os ensinamentos do ano do Jubileu, porém estes fatos não se tornaram prática comum.
Hoje Todas as religiões e seitas, procuram de algum modo, pegar uma carona nesta passagem para o “tertiun millennium”. Existem aqueles que chegam a extremos, como por exemplo, o movimento dos “nus” na Inglaterra, que pretendem estarem nus, sobre um monte na passagem do milênio, para, como dizem eles, se energizarem completamente.Tantas outras interpretações e praticas absurdas tem surgido através do tempo, notavelmente aquelas dadas pela Igreja Romana. O papa Bonifácio VIII, em fevereiro de 1300, foi o primeiro a instituir um “ano santo”, em sua bula Papal, dizia que: “No ano do centenário, aqueles que confessassem e arrependessem de seus pecados, e houvesse visitado as basílicas de S. Pedro e S. Paulo (todas em Roma), alcançariam (pasmem) plena remissão dos pecados”. Neste ano, o fluxo de pessoas a Roma foi tal, que a comissão de “remissão”, resolveu estender por mais um ano o beneficio do “ano santo”, para que, tantos quantos desejassem pudessem gozar deste beneficio. Desde então a Igreja Romana, continua a oferecer esta forma disfarçada de indulgencia (ato de comprar, ou mesmo de fazer alguma coisa pessoalmente, para se obter perdão de pecados).

Finalmente
Como Cristo é tudo em todos, não dependemos do Jubileu  para nos aproximarmos de Deus, pois o fazemos todos os dias da nossa vida, com confiança, pois “Tendo pois, irmãos ousadia para entra no santuario, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou…” (Heb 10.19-20)

O Jubileu, por meio de Jesus, torna-se uma realidade gloriosa na vida dos que crêem, pois recebemos Nele e com ele, todos os benefícios do Jubileu bíblico. Através da Sua morte e ressurreição, fomos completamente resgatados e livres do pecado, o Jubileu de Jesus, transforma todas as coisas, a água em vinho, a tristeza em alegria, o desespero em esperança, o incerto em certo. Acaba com as desigualdades. O ano da graça ainda não findou, anunciemo-lo.

ALELUIA!!!

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