Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.

Arquivo para novembro, 2007

Porto Nosso de Cada Dia


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O Senhor é Eterno, Soberano e Perfeito, enquanto o homem, caído e dependente. Os Seus decretos não podem ser frustrados, Seu caminho é claro, objetivo e seguro; contudo, muitas vezes, nosso espírito – por natureza teimoso e contestador -, nos leva a alongar demasiadamente a caminhada em direção à Sua vontade manifesta em nossos corações… Por isso, o linear caminho do Senhor pode eventualmente nos parecer tortuoso e incerto.

 

Jonas entendeu muito bem qual era a vontade do Senhor quando Este determinou que fosse a Nínive, levar um recado Seu. Tratava-se de uma sentença de destruição e morte para aquela cidade. Por sua conta e risco, afrontou o comando divino e resolveu seguir por outro caminho, sem desconfiar do preço que pagaria por sua desobediência.

 

Diz o texto que, depois de receber a ordem diretiva, ele se aprontou para fugir do D-us Eterno, e entrou num barco que ia em sentido oposto [Társis]. No final das contas, foi parar no ventre de um grande peixe, por três noites e três dias – tempo bastante para pensar no erro e nas conseqüências para aqueles que fogem da presença e da vontade do Altíssimo!

 

Entre a ordem do Senhor e o nosso obedecer há sempre um porto repleto de barcos – apenas um é o da obediência; quantos aos outros, nada mais são do que alternativas inócuas, falsas saídas de emergência, subterfúgios para descumprir a Sua determinação.Vez por outra encontramos pessoas sem norte, sem saída, em labirintos, desprezando e/ou desistindo da direção de D-us para as suas vidas, lamentavelmente optando pelo “cômodo” barco do "para mim não há mais jeito"…

 

Precisamos sim, buscar ardentemente a vontade do Senhor – sempre e sob quaisquer circunstâncias. Se, por algum erro no embarque, fomos parar no ventre do grande peixe da desobediência, não há tempo, nem lugar mais adequado – ainda que desconfortável – para clamar. Jonas clamou, e D-us o socorreu, reconduzindo-o ao centro da Sua soberana vontade. Por que seria diferente conosco?  

 

Em Seu nome,

Ricardo César Vasconcellos

 

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  Teólogo e escritor com mais de 2 milhões de livros vendidos, John Piper fala s/ o evangelho da prosperidade que tem sido exportado pelos americanos.     

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Pássaros de asas quebradas


 

  Pássaros de asas quebradas
Por Rev.José Kleber .

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Há um velho provérbio anglo-saxônico que diz: “um pássaro com asa quebrada nunca mais voará tão alto”. Em outras palavras, uma vez que nós tenhamos caído, jamais conseguiremos nos levantar totalmente como dantes. Uma vez caído, sempre caído. “Afinal, não se pode esperar muito de um pássaro com a asa quebrada”.

Como parecem soar sábias as palavras deste trecho agridoce da poesia de Hezekiah Butterworth; pelo menos, até o ponto em que iluminamos com a lanterna poderosa das Escrituras, quando tal sabedoria revela-se inconsistente, espúria e sem lastro bíblico.

Na verdade, se fôssemos dar outro nome adequado à Palavra de Deus, deveríamos chamá-la de “A Galeria das Asas Quebradas” – homens que falharam, caíram – muitos deles fragorosamente -, mas que pelas cordas da misericórdia de Deus e de Sua graça incompreensível, foram guindados de seus fracassos às alturas dos grandes heróis da fé.

Como é bom pensarmos que o nosso Deus é o Deus de Abraão – que mentiu gritantemente, falseando a verdade, e mesmo depois de ter mentido por duas vezes foi reconhecido como “o amigo de Deus”. Com sua “asa quebrada”, Abraão voou mais alto do que ele ou qualquer outro havia voado.

Como é bom pensarmos que o nosso Deus é o Deus de Jacó – trapaceiro e enganador – na maioria das vezes sem quaisquer escrúpulos – candidato in extremis a caso perdido. Contudo, não obstante a esse “currículo invejável” Deus o elevou de tal modo que o seu velho nome não pôde conter tanta glória, e de Jacó, passou a chamar-se Israel.

Como é bom pensarmos que o nosso Deus é o Deus de Raabe, a prostituta, mulher da zona de meretrício. Como Deus a usou não obstante a sua baixa reputação! A despeito de suas asas quebradas, Deus a escolheu como um instrumento, não só para salvar a vida de dois de seus corajosos servos, como para trazer o Seu Filho ao mundo. Nunca “asas quebradas” voaram tão alto na graça de Deus.

Como é bom saber que o nosso Deus é o Deus de Davi, que embora Seu servo, aquinhoado com toda sorte de bênçãos, inebriado pelas tépidas ilusões do pecado, entregou-se a flagelante malignidade do adultério e do assassínio. Contudo, suas “asas quebradas” não lhe impediram de ser chamado o homem segundo o coração de Deus.

Sim! A Bíblia é a galeria das “Asas Quebradas”. Porque o nosso Deus é o Deus que prefere usar pessoas de asas quebradas. Aliás, se Deus não fosse o Deus que usa “os de asas quebradas”, nós não estaríamos lendo esse Pão Quente agora.

Todos esses grandes homens e mulheres que se tornaram os grandes heróis da fé, os gigantes dentre o povo de Deus, um dia tiveram as suas asas quebradas pelo deslize, pelo tombo do fracasso e do pecado. Deus os encontrou assim. E os fez voar como nunca antes feito e imaginado.

Quem sabe, no meio dessa conjuntura evangélica em que nós vivemos, onde somos levados por um legalismo exacerbado e farisaico a pensar que não há mais espaço nos planos de Deus para os que caem e deslizam, não estejamos nos sentindo descartados, riscados da agenda divina, deletados de Sua memória, jogados em Sua lixeira cósmica.

Moisés, que um dia esteve assim depois de seus fracassos como libertador, ouviu do Senhor uma palavra maravilhosa que lhe trouxe duas verdades acerca do Deus que ele mesmo desconhecia.

1. Deus é o Deus dos Homens que Fracassam.  

Quando Deus disse a Moisés que Ele era o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, aparentemente parecia estar listando os nomes dos primeiros superstars da Bíblia – superficial interpretação. Na verdade, o que Deus estava dizendo para Moisés quando cita os patriarcas é que Ele é Deus de Homens que fracassam. Todos eles tiveram as asas quebradas, fracassaram em algum ponto de suas vidas. deram com a cara no lodo da vida. Foram imperfeitos. Mas subiram às alturas porque souberam confiar no Deus que usa os homens, mesmo quando estes fracassam.

2. Deus é o Deus da Segunda Chance. A rigor, todo homem fracassa, mais cedo ou mais tarde. Uns percebem isso mais cedo, outros mais tarde. Mas quando homens de Deus que um fracassaram conseguem galgar a galeria dos grandes heróis da fé é por que o nosso Deus é o Deus da segunda chance, da segunda oportunidade. É o Deus disposto a reescrever a nossa história. Aquele era a chance de Moisés descobrir isso de modo maravilhoso. Eu já tive o meu dia. Talvez hoje seja o seu.

 Antes de pensar em desistir por causa de asas quebradas, gostaríamos que meditasse nisso. A Bíblia NÃO É UM LIVRO DE HOMENS PERFEITOS – É O LIVRO DE HOMENS RESTAURADOS PELA GRAÇA E O SANGUE DE Jesus.

Cultivando o Privilégio de Dar


 

  Cultivando o Privilégio de Dar
Por Rick Boxx

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Poucas pessoas atingem os padrões estabelecidos por R. G. LeTourneau. Na primeira parte do século XX, LeTourneau foi um destacado industrial. Ele inventava e vendia grande parte dos primeiros equipamentos para remoção de entulho. Suas realizações nos negócios foram muitas. Mas seus feitos eternos foram ainda mais significativos. 

 

Embora algumas empresas façam do investimento humanitário uma prática, na maioria dos casos, os recursos financeiros ou materiais disponíveis são pequenos. Nos Estados Unidos, por exemplo, em 1998 as empresas destinaram pouco mais de 1% de seus lucros líquidos para atividades beneficentes, o que está longe do nível de 10% que a Bíblia estabelece como “dízimo”. 

 

Para LeTourneau, entretanto, o dízimo bíblico servia apenas como ponto de partida. Em sua biografia, “Movendo Montanhas e Homens”, ele afirma ter compreendido algo de grande importância: Deus é o dono de todas as coisas, o verdadeiro proprietário de tudo! Tudo que possuímos, todas as coisas que reivindicamos como “nossas” são, na verdade, dádivas de Deus. 

 

Com esse conhecimento e acreditando nele, LeTourneau abriu o tesouro de sua empresa para Deus. Alegre e generosamente ele deu não 10% mas 90%, praticando o dízimo ao contrário: ao invés de dar para Deus 10% e ficar com 90% para ele, fez o oposto. 

 

LeTourneau sustentou essa prática de doar 90% de seus rendimentos e viver com apenas 10% durante anos. Não há nenhuma razão para ter pena dele ou acreditar que ele foi, de algum modo, privado de desfrutar do fruto do seu trabalho. Depois de aprender a valiosa lição de que é impossível dar demais para Deus, LeTourneau teve o privilégio de ver milhões de dólares fluir através de sua empresa para fundos de uma extensa rede mundial, ajudando a satisfazer as necessidades de incontáveis pessoas, tanto do corpo como do espírito. Mesmo doando milhões, ele teve uma vida de abençoada abundância financeira. 

 

Ao nos aproximarmos do período do ano em que muitas empresas avaliam os resultados da sua produtividade anual e determinam o montante de bônus e doações beneficentes que concederão, lembremos o ensino de Paulo em II Coríntios 8.7: “Todavia, assim como vocês se destacam em tudo, na fé, na palavra, no conhecimento, na dedicação completa e no amor que vocês têm por nós, destaquem-se também neste privilégio de contribuir”. 

 

Mesmo com toda a realização alcançada pelo Sr. LeTourneau é bem provável que você não tenha reconhecido o seu nome. É que o sucesso empresarial, afinal de contas, é passageiro. Líderes corporativos cujas faces aparecem nas mais prestigiadas revistas de negócios são rapidamente esquecidos ou facilmente substituídos pela mais recente super-estrela do mundo profissional e empresarial. 

 

Entretanto, posso garantir-lhe que a herança eterna de LeTourneau está assegurada e jamais será esquecida.  São inúmeros homens, mulheres e crianças que se beneficiaram eternamente de sua generosidade. Pergunte a si mesmo: "Por qual tipo de legado as pessoas se lembrarão de mim neste ano?"

 

Deficiências – Mário Quintana


 

 deficiências…
Mário Quintana

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‘Deficiente’ é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

‘Louco’ é quem não procura ser feliz com o que possui.

‘Cego’ é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

‘Surdo’ é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

 

‘Mudo’ é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

 

‘Paralítico’ é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

 

‘Diabético’ é quem não consegue ser doce.

‘Anão’ é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

‘Miseráveis’ são todos que não conseguem falar com Deus.

‘ A amizade é um amor que nunca morre.’

 

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Conhecimento e Sabedoria


 

Conhecimento e Sabedoria

Por Robert J. Tamasy  

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O conhecimento é altamente valorizado no mercado de trabalho. Um diploma de MBA é artigo precioso. Currículos são elaborados não apenas para mostrar o desenvolvimento da carreira, mas para relatar os níveis de conhecimento e experiência adquiridos. Certo segmento de mercado é constituído pelos chamados “operários do conhecimento”, pessoas que possuem informações concretas, compreensão e treinamento para execução de tarefas específicas.

 

O conhecimento, porém, tem seus limites. Algumas vezes já ouvi dizerem de outros: “Ele (ou ela) sabe o bastante para ser perigoso”. Como fã de esportes, tenho razoável conhecimento de beisebol, basquete, futebol e tênis, mas seria um treinador horroroso em qualquer deles. Embora conhecedor de tênis não passo de um jogador medíocre.

 

Penso que o conhecimento é freqüentemente superestimado. Na reunião da minha turma de faculdade no ano passado descobri que alguns dos colegas mais inteligentes e dotados, não realizaram nada de significativo. O que o mercado precisa, na minha opinião, é de suprimento maior de sabedoria e não de conhecimento. 

 

Sabedoria, segundo um dicionário, significa “conhecimento do que é certo ou verdadeiro, aliado a juízo de valor quanto à ação”. Uma coisa é ter conhecimento e outra bem diferente é saber usá-lo e aplicá-lo no trato de questões e decisões do cotidiano. Esta é a razão – creio – por que o livro de Provérbios trata sabedoria como tópico tão significativo. Os 9 primeiros capítulos tratam quase que exclusivamente de sabedoria e suas várias formas, enquanto os 22 capítulos seguintes apresentam ditados sobre sabedoria nas situações da vida cotidiana. Examinemos algumas dessas observações:

 

. Sabedoria tem origem em Deus. A verdadeira sabedoria não é encontrada nos livros de auto-ajuda ou em seminários dirigidos por oradores famosos.

 

Ela se origina em Deus, que desde a alvorada da História tem revelado sabedoria. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é entendimento” (Provérbios 9.10).

 

. Sabedoria guia a uma vida recompensadora.  O mundo acena, buscando nos seduzir e levar-nos a perseguir objetivos errados. Sabedoria nos capacita a identificar objetivos e estabelecer foco apropriado, proporcionando-nos uma vida significativa e recompensadora. “(A sabedoria) clama desde o ponto mais alto da cidade… Deixem a insensatez e vocês terão vida; andem pelo caminho do entendimento” (Provérbios 9.3-6).

 

. Sabedoria afina o discurso e a ação.  Qual a resposta correta para uma situação crítica e complexa? Sabedoria nos auxilia, a saber, o que é melhor dizer e fazer em qualquer situação. “O sábio de coração é considerado prudente; quem fala com equilíbrio promove a instrução” (Provérbios 16.21). “O coração do sábio ensina sua boca, e os seus lábios promovem a instrução” (Provérbios 16.23).  

 

. Sabedoria pavimenta o caminho para o sucesso. Ninguém se propõe a falhar na vida ou na carreira. Mas com freqüência é o que acontece. A busca para adquirir e aplicar apropriadamente a sabedoria nos protege contra armadilhas pessoais e profissionais. “Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida. Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável” (Provérbios 24.3-4).

 

 

 

Fonte: Maná da Segunda 

Uma vida sem graça


 

 Uma vida sem graça

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“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro”.

1ª Epístola do Apóstolo João 4.19

 

Quando o legalismo ocupa o lugar do amor não há espaço para a Graça. O legalismo nos faz medir as pessoas pelos seus méritos, virtudes e utilidade, conceitos que são extremamente perigosos já que nossa medida já está contaminada pelos nossos interesses e pré-conceitos. Por isso é que Jesus advertiu-nos para que não medíssemos as pessoas, porque seremos medidos com a mesma medida que utilizamos… (Mateus 7.1-2).

 

Quantas vezes emitimos um julgamento precipitado, insano e irresponsável a respeito das pessoas! Ouvimos falar algo sobre alguém, ou damos uma primeira olhadela em uma determinada pessoa, e já tiramos todas as conclusões… Portamo-nos como se tivéssemos raios-X nos olhos capazes de ler as intenções e os sentimentos já no primeiro olhar lançado sobre o outro. Portamo-nos como se nunca errássemos, mentíssemos, falhássemos com os outros. Portamo-nos como juízes da integridade, sentados no trono do nosso egoísmo, portando o cajado de nossas perfeições e podendo, assim, emitir julgamentos precisos sobre todos e qualquer um…

 

Quando Samuel chegou à casa de Jessé e viu a Eliabe, imediatamente disse: “Certamente está perante o Senhor o Seu ungido”. Samuel ficou impressionado com a aparência, por isso o Senhor lhe advertiu: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura (…); porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (I Samuel 16.7).

 

Não somos autorizados a medir as pessoas porque não temos capacidade para tanto. Deus não nos deu esta capacidade porque somente Ele possui o juízo isento de qualquer falha. Todo juízo humano emitido está maculado pelo pecado e pelas incoerências humanas. Inclusive os processos de disciplina dentro da Igreja, tomados por conselhos ou assembléias, não estão isentos de falhas. Isso, obviamente, não nos permite deixar de zelar pela pureza da Igreja de Jesus utilizando-nos da disciplina instituída por Deus e que é uma das marcas distintivas da Igreja Verdadeira de Cristo. Contudo, na disciplina eclesiástica, é a Graça que deve ser central, e não a Lei.

 

Quando a Graça não encontra lugar em nosso coração, a Lei nos torna cegos para o amor que vem de Deus. Quando estamos cegos ao amor de Deus, não existe perdão, reconciliação, aperto de mão, olhos nos olhos, ombros que se doam ao outro para o consolo… Não! Onde faltou o amor, a tirania do egoísmo e do legalismo triunfou.

 

É possível que você que lê estas linhas já tenha passado pelo terrível juízo emitido de forma insana, irresponsável e presunçosa. Todos nós em um dado momento na vida sentimos esta dor tenebrosa. Os ouvidos dos outros se fecham às nossas palavras! Não existe ouvido atendo quando o amor está ausente. Ouvidos ficam fechados e os lábios cerrados para as palavras de graça e bondade. As palavras que ouvimos são como flechas que dilaceram o coração já machucado pela incompreensão e desprezo…

 

Há pessoas que saem pela vida ferindo, machucando e desprezando aos outros porque estão vivendo na ausência da Graça. Isso é que é “Vida sem Graça”! Vida sem Graça é julgar antes de conhecer. É se afastar antes de se aproximar, é permitir que a força do ódio seja mais forte que a força do amor. Vida sem Graça é vida marcada pelo egoísmo que não pensa na felicidade alheia, mas tão somente nos próprios interesses, ou na defesa dos seus conceitos e pré-conceitos. Vida sem Graça é vida marcada pela rejeição, pelo bloqueio do diálogo, incompreensão, da negação de andar juntos, da negação de ouvir…

 

Não permita que sua vida seja sem Graça. Não permita que seus pensamentos, palavras e ações sejam dominados pelo legalismo que não consegue perceber a dor do outro. Deixe fluir do seu coração a Graça capaz de fazer pontes sobre os mais profundos abismos cavados pelo legalismo!

 

Em Cristo,

 

Rev. Ézio Martins de Lima

                Igreja Presbiteriana Independente Central de BrasíliaDF

www.paoquentediario.com.br

 

 

 

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