Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.


 

   30 anos depois: Por que Elvis morreu?

    Silas Daniel

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Em 16 de agosto, admiradores de todo o mundo prestaram homenagens a Elvis Presley, que completou 30 anos de sua trágica morte. E a velha pergunta volta à tona: O que levou Elvis a um fim deprimente? A morte de sua mãe? O empresário Tom Parker? A decadência do seu sucesso nos últimos anos de vida? Nada disso. Elvis morreu por outro motivo.

 

Na sua infância e adolescência, seus pais Vernon e Gladys Pressley, evangélicos pentecostais, sempre o levavam aos cultos da Assembléia de Deus, igreja onde congregavam. Foi ouvindo os hinos sacros que Elvis aprendeu a cantar e expressar seus sentimentos através da música. Adolescente, chegou até a pregar e cantar na igreja. Seus biógrafos contam que ele ficava deslumbrado com o magnetismo e a vibração das pregações, de onde concluiu que a música deveria ser acompanhada de uma performance que prendesse a atenção do público. O que fortaleceu sua idéia foi a admiração que tinha pelo animado louvor realizado pelas igrejas evangélicas de negros, as quais visitava.

 

Em 1953, seu talento foi descoberto e ele foi contratado como cantor de estúdio. Um dia, foi visto cantando That’s Alright, pulando pelo estúdio e batendo no violão. Pediram que repetisse o ato, gravaram e a canção chegou a ser tocada em rádio. Foi um sucesso. A música de Elvis era o rhythm and blues, ritmo de origem negra bastante usado nos cânticos das igrejas, e que daria origem ao rock’n roll. Por ser o único branco que realmente cantava com o sentimento de um negro, foi chamado "O rei do rock’n roll".

 

Ainda nos anos 50, Elvis explodiu como sucesso e se afastou totalmente de Deus. Tornou-se o branco bem apessoado, galã de cinema, que cantava, dançava e se vestia como um negro, e chocava a sociedade de então balançando os quadris e gemendo, sugerindo o próprio ato sexual. Milhões de jovens em todo o mundo apaixonavam-se por ele e aderiam à sua energia, transformando Elvis no símbolo de sua rebeldia.

 

No livro Stairway to Heaven, publicado pela Ballantines Book de Nova Iorque, há o registro da seguinte confissão do cantor: "Quando aquele espírito me move, é vão resistir; quando esse estranho feeling descia sobre mim, eu era capaz de correr sobre as teclas daquele piano como jamais o fizera. Até parecia que uma força de fora me tomava e carregava meu corpo. Tive a sensação de estar ungido pelo demônio. Não sei como descrever isso, pois era completamente diferente de tudo quanto experimentara na vida. Eu sabia que isso não vinha de Deus". Ele tinha consciência, mas o apego à fama o fez permanecer no erro.

 

Em 1958, Elvis prestou serviço militar. Tempos depois, sua mãe, que sempre dizia para ele retornar a Deus, morre. Começa, então, a pior fase de sua vida. Ao saber da morte da mãe, ele entra em depressão. Quando volta do serviço militar, o público está ávido por suas interpretações, mas Elvis muda radicalmente seu estilo. Passa a cantar gospel e músicas consideradas pela crítica “inofensivas” e perde público. Antes de entrar no palco, cantava hinos e fazia orações. Porém, não havia realmente se arrependido. Só havia remorso. Quando se sentia deprimido, interrompia os músicos para cantar hinos de sua infância, e só conseguia dormir à noite depois de cantar How Great Thou Art ("Quão Grande És Tu!"). Nik Cohn, em artigo publicado na revista Carta Capital de 21 de agosto de 2002, afirma: "Elvis amava o gospel mais que tudo. Uma das suas fantasias era largar a música pop e dedicar sua vida a louvar ao Senhor".

 

Elvis dizia que "não existe nada mais belo que um grupo vocal em harmonia cantando um hino". Ele chegou até a criar, no jardim de sua mansão, um lugar para meditar e orar, onde hoje está seu túmulo, mas continuava afastado de Deus. Ele não queria deixar o pecado, por isso entrou em um processo de deterioração. Passou a tomar drogas, divorciou-se duas vezes. Finalmente, em 16 de agosto de 1977, foi encontrado morto em sua casa. A necrópsia revelou a ingestão de mais de oito drogas. Morreu lendo The Scientific Search for The Face of Jesus (A Procura Científica pela Face de Jesus). Elvis morreu de forma trágica porque abandonou a Deus, a quem aprendera a amar com seus pais naquela pequena Assembléia de Deus de sua infância e adolescência no Sul dos Estados Unidos.

 

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Silas Daniel é pastor, membro da Assembléia de Deus em Artur Rios, Rio de Janeiro (RJ), jornalista, conferencista, articulista e escritor. É autor de "Como vencer a frustração espiritual" e "Habacuque – a vitória da fé em meio ao caos". Contatos pelo blog silasdaniel.blogspot.com ou pelo e-mail silas.daniel@bol.com.br

 

 

 

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Comentários em: "30 anos após: Por que Elvis morreu?" (2)

  1. Dinny disse:

    Sabe; é difícil imaginar o homem, criatura feita pelas Mãos de DEUS, se render aos encantos e
    as facilidades deste mundo cruel e enganadorrrrr……….
     É também difícil acreditar que ele ( o homem ) não consiga fazer nada sem o dinheiro…
     E o cantor de sua matéria, citado em questão, infelismente não soube fugir da fama, da glória e de tudo
     que vem juntamente com elessss
     e acabou abandonando o de maior valor em sua vida: " Seu Criador" !!!  Acabou esquecendo do que sua
     mãezinha deve ter lhe ensinado
    pois como se relata; ela era serva do SENHOR JESUS e passou algo para seu filho noqual aparentemente
    não aceitooo e preferiu aceitar o que o mundo lhe ofereceu e que parecia no momento;
    ALGO MARAVILHO AOS SEU OLHOS…   + A PALAVRA DE DEUS NOS RELATA:
     A RESPOSTA CERTA VEM DOS LÁBIOS DO "SENHOR".
     Por isto acho que faltou ao jovem cantor
    ( pois sua fama foi tão rápida igual sua morte.. pois morreu muito jovem ainda. )
    Somente ter fugido da tentações deste mundo, e servir ao Senhor de todo o seu coração!!!! 
     Poderia está até hoje quem sabe, usando seus talentos e bela voz, para o serviço de DEUS!!!!
    Um grande abraço…… quando puder e quiser dê um pulo em meu espaço… serás bem vinda!
     A PAZ DO SENHOR JESUS!!! Dinna.

  2. Elvis: o preço da fama

    Circula pela Internet um mentiroso e infeliz artigo sobre Elvis Presley escrito por Silas Daniel (pastor da seita assembleia de deus) intitulado “Elvis: o preço da fama”. Abaixo o artigo original e (em negrito) a refutação.

    Elvis: o preço da fama

    “Eu sabia que isso não vinha de Deus”

    Essa frase não foi dita por Elvis.

    Em 16 de agosto, a cada ano, admiradores de todo o mundo prestam homenagem a Elvis Presley, no aniversário de sua trágica morte. Na ocasião, a velha pergunta volta: o que levou Elvis a um fim deprimente? A morte de sua mãe? O empresário Tom Parker? A decadência do seu sucesso nos últimos anos de vida? Nada disso. Elvis morreu por outro motivo.

    Decadência?!?! Que decadência?! Elvis fez shows ao vivo até o fim de sua vida, chegando a fazer três shows por dia e todos com casa lotada (chegando a 80 mil pessoas por dia). A década de 70 (a última em sua vida) foi repleta de prodígios e êxitos: o filme/documentário “Elvis on Tour” recebeu o prêmio “O Globo de Ouro”, Elvis recebeu dois Grammys (o Oscar da música) pela melhor performance gospel e um show transmitido ao vivo via satélite para vários países (mais de um bilhão de pessoas assistiram, chegando a +/- 98 % da audiência).

    Bate o Record de renda para show único de um só artista: 800 mil dólares e 80 mil pessoas. Isso que é decadência!!!!

    Na sua infância e adolescência, seus pais Vernon e Gladys Presley, evangélicos pentecostais, sempre o levavam aos cultos da Assembléia de Deus, igreja onde congregavam. Foi ouvindo os hinos sacros que Elvis aprendeu a cantar e expressar seus sentimentos através da música. Adolescente, chegou até a pregar e cantar na igreja. Seus biógrafos contam que ele ficava deslumbrado com o magnetismo e a vibração das pregações, de onde concluiu que a música deveria ser acompanhada de uma performance que prendesse a atenção do público. O que fortaleceu sua idéia foi admiração que tinha pelo animado louvor realizado pelas igrejas de negros, as quais visitava.

    Elvis desde garoto gostava de frequentar igrejas protestantes negras (igrejas onde os membros eram considerados pelos “protestantes” brancos como sem alma, indignos do amor de Deus). Elvis nunca foi pregador e sim cantor. Foi nestas igrejas que ele aprendeu a cantar e a dançar exatamente como fazia os pastores negros (tidos como do demônio e por isso Elvis foi perseguido, por ter levado a música negra onde nenhum negro tinha sonhado em pisar).

    Em 1953, seu talento foi descoberto, e ele foi contratado como cantor de estúdio. Um dia, foi visto cantando That’s Alright, pulando pelo estúdio e batendo no violão. Pediram que repetisse o ato, gravaram e a canção chegou a ser tocada em rádio. Foi um sucesso. A música de Elvis era o rhythm and blues, ritmo de origem negra bastante usado nos cânticos das igrejas, e que daria origem ao rock’n’roll. Por ser o único branco que realmente cantava com o sentimento de um negro, foi chamado “O rei do rock’n’roll”.

    Elvis nunca foi contratado como cantor de estúdio e sua primeira gravação profissional foi em 1954. A música “That’s all right mama” não apenas “chegou a ser tocada em rádio” como estourou em todo o sul dos EUA e vendeu muito bem para um cantor novato. Elvis detestava e não permitia que o chamassem de rei. Ele sempre dizia que somente Jesus Cristo era rei. Num show (anos 70) um grupo de fãs comprou uma fileira inteira do ginásio e no meio do show estenderam uma faixa enorme com a inscrição “Elvis is king” (Elvis é o rei). Elvis parou imediatamente o show e apontando para as fãs disse: não! Somente Jesus Cristo é rei. As meninas, envergonhadas, recolheram a faixa e se sentaram todas.

    Elvis disse: “ninguém, em momento algum, diante da maior ou da menor fama, diante do maior sucesso, ou do melhor e mais extraordinário negócio já feito no mundo, pode ao menos deixar rasgos de pensamentos povoarem sua mente, fazendo-o pensar que é deus. Somos, isso sim, parte daquilo que ELE criou nesse universo rico em adversidades, tristezas e alegrias, e nossa vida depende sempre de sabermos o que fazer com aquilo que como dádiva recebemos. Se erramos, nunca podemos culpar a ELE, que foi o ser supremo que ao assoprar nossos corpos, nos produziu a alma e nos diferenciou de tudo que existia. ELE nos deu a capacidade de decidir e portanto de errar. ELE nos fez ver que podemos sempre refazer aquilo que não acertamos porque para ELE o amanhã é eterno.”

    Ainda nos anos 50, Elvis explodiu como sucesso e se afastou totalmente de Deus. Tornou-se o branco bem-apessoado, galã de cinema, que cantava, dançava e se vestia como um negro, e chocava a sociedade de então balançando o quadris e gemendo, sugerindo o próprio ato sexual. Milhões de jovens em todo o mundo apaixonaram-se por ele e aderiram a sua energia, transformando Elvis no símbolo de sua rebeldia.

    Elvis nunca se afastou totalmente de Deus. Na década de 60, por influencia de um primo/cabeleireiro seu, Elvis começou a se envolver com outras filosofias e crenças, mas logo retornou as suas raízes protestantes por causa das lembranças dos ensinos de sua mãe. Ele se vestia como negro (os mesmos considerados sem alma pelos pastores brancos) e dançava como os pastores negros faziam em suas pregações. Elvis nunca dançou sugerindo ato sexual (segurando no órgão sexual, simulando sexo, etc.) Ele apenas imitava os pastores negros (aqueles chamados de diabo pelos pastores brancos).

    Deixo o próprio Elvis responder sobre isso: “quem tanto se preocupa com o balançar de minhas pernas, deveria parar, olhar e fazer alguma coisa pelos pobres que quando balançam os seus corpos é, muitas vezes, para se aquecer e conseguir enganar o frio.”

    No livro Starway to Heaven, publicado pela Ballantines Book de Nova Iorque, há o registro da seguinte confissão do cantor: “Quando aquele espírito me move, é vão resistir; quando esse estranho feeling descia sobre mim, eu era capaz de correr sobre as teclas daquele piano como jamais o fizera. Até parecia que uma força de fora me tomava e carregava meu corpo. Tive a sensação de estar ungido pelo demônio. Não sei como descrever isso, pois era completamente diferente de tudo quanto experimentara na vida. Eu sabia que isso não vinha de Deus”. Ele tinha consciência, mas o apego à fama o fez permanecer no erro.

    Esta frase não foi dita por Elvis e sim (pasmem!) por um pastor branco. Na realidade ela surgiu nos anos 50 e foi dita por Jimmy Swaggart (pastor televisivo) em seus ataques ao ritmo que nascia naquela época e a Jerry Lee Lewis (grande nome e pianista do rock’and’roll). Inclusive ele tinha um parentesco com Jerry Lee Lewis eram primos. Jimmy fazia uma encenação em suas pregações imitando e interpretando o que sentia os cantores que tocavam esse ritmo profano (ou seja, dos negros sem alma) e citava a frase nesses sermões. Swaggart sempre perseguiu Jerry Lee, dizendo que ele era do diabo, que ia para o inferno e etc.. O pastor Jimmy cuidou tanto da vida do seu primo Jerry Lee que se esqueceu de vigiar a sua própria vida sendo flagrado e filmado com prostitutas em um motel.

    Em 1958, Elvis prestou serviço militar. Tempos depois, sua mãe, que sempre dizia para ele retornar a Deus, morre. Começa, então, a pior fase de sua vida. Ao saber da morte da mãe, ele entra em depressão. Quando volta do serviço militar, o público está ávido por suas interpretações, mas Elvis muda radicalmente seu estilo. Passa a cantar gospel e músicas consideradas pela crítica “inofensivas” e perde público. Antes de entrar no palco, cantava hinos e fazia orações. Porém, não havia realmente se arrependido. Só havia remorso. Quando se sentia deprimido, interrompia os músicos para cantar hinos de sua infância, e só conseguia dormir à noite depois de cantar How Great Thou Art (Quão Grande é tu!). Nik Cohn, em artigo publicado na revista Carta Capital de 21 de agosto de 2001, afirma: “Elvis amava o gospel mais que tudo. Uma das suas fantasias era largar a música pop e dedicar sua vida a louvar ao Senhor”.

    A mãe de Elvis nunca pediu para ele “voltar” para Deus. Ela sempre o apoiou e dizia que Deus lhe havia dado o dom de cantar e que ele deveria seguir seu caminho. Por diversas vezes, quando era atacado por protestantes brancos (que odiavam e discriminavam os protestantes negros) que dizia que ele e sua música (de negro) eram do diabo, Elvis ligava deprimido e preocupado para sua mãe perguntando se isso era verdade. Ela sempre dizia: “filho… Este é o dom que Deus lhe deu… Siga sempre em frente”.

    Elvis não passou a cantar e a gravar gospel após a morte de sua mãe. Ele desde o começo de sua carreira cantou e gravou gospel. Seu sonho era ser cantor gospel e cantava por amor e não por remorso. Desde o começo de sua carreira ele orava antes dos shows e gravações e aquecia a voz cantando gospel.

    Elvis não mudou nada do seu estilo após a volta do exercito como pode ser visto no especial de 68 conhecido como “Come Back Special”.

    Quem é o senhor Silas Daniel para julgar se Elvis havia realmente se arrependido ou não?!? Elvis tinha defeitos e pecados como eu, o sr. Silas Daniel e todo mundo. A diferença é que ele estava na mídia e os defeitos apareciam e os nossos escondemos atrás de uma mascara.

    Elvis dizia que “não existe nada mais belo que um grupo vocal em harmonia cantando um hino”. Ele chegou até a criar, no jardim de sua mansão, um lugar para meditar e orar, onde hoje está seu túmulo, mas continuava afastado de Deus. Ele não queria deixar o pecado, por isso entrou em um processo de deterioração. Passou a tomar drogas, divorciou-se duas vezes. Finalmente, em 16 de agosto de 1977, foi encontrado morto em sua casa. A necropsia revelou a ingestão de mais de oito drogas. Morreu lendo The Scientific for The Face of Jesus (A Procura Científica pela Face de Jesus).

    Elvis não era viciado em drogas (cocaína, maconha, etc.) Não fumava e pouco bebia. Ele sempre apoiou grupos antidrogas americano fazendo shows beneficentes, palestras para adolescentes e doando altas quantias em dinheiro para projetos deste tipo. Foi até nomeado pelo FBI como agente de combate as drogas. Elvis tinha vários problemas de saúde como glaucoma, problemas no fígado, insônia e outros mais causados pela má alimentação e a vida corrida. Tomava muitos remédios (todos receitados pelo seu médico) o que acabou prejudicando ainda mais a sua já frágil saúde.

    Volto a repetir: quem é Silas Daniel para julgar alguém?!?!? Para dizer se Elvis deixou ou não o pecado?!? Todos nós temos pecados e devemos vigiar a nossa vida!! (lembre-se do que aconteceu com o pastor Jimmy Swaggart).

    Me explique apenas uma coisa, sr. Silas Daniel: como Elvis conseguiu se divorciar duas vezes se ele só foi casado uma vez?!?

    A causa mortis foi arritmia cardíaca e o livro que Elvis “morreu lendo” foi “The Power of Jesus” (O Poder de Jesus).

    Elvis morreu tragicamente porque abandonou Deus, a quem aprendeu a amar com seus pais naquela pequena igreja de sua infância e adolescência.

    Elvis nunca abandonou a Deus. Como todos nós ele teve seus erros e acertos, pecados e santidade. Elvis sempre foi generoso, respeitoso e amável com todos chamando qualquer pessoa de senhor e senhora. Nunca teve apego ao dinheiro chegando a distribuir carros, jóias e outras coisas de valor às pessoas que nunca tinha visto antes e quando era criticado por isso respondia “- é apenas dinheiro”. (certa vez ao comprar um carro novo uma senhora negra muito humilde que passava na calçada parou e comentou que o carro era muito lindo. Elvis ouvindo isso entregou as chaves do carro na mão dela e disse “- agora ele é seu!”).

    Tinha um grupo vocal só formado por garotas negras e quando começou a fazer shows em Las Vegas os hotéis de luxo não hospedavam negros. Elvis exigiu que elas ficassem no melhor quarto ou ele iria embora e não fazia o show (enquanto os pastores brancos ainda afirmavam, e muitos ainda afirmam hoje em dia, que negros não tem alma, que negros e tudo que vem deles é do demônio).

    Tinha um grupo gospel e levava a música e a palavra de Deus em todos os shows que fazia. Separava um momento do seu show e dedicava a Deus. Pedia para a plateia ficar em silencio e muitas vezes fazia uma curta pregação e depois pedia para prestarem atenção na letra do hino que o quarteto iria cantar. (hoje muitos cantores que começaram em berço cristão tem vergonha de dizer isso). Muitos cantores ditos “evangélicos” adoram colecionar títulos e honrarias, enquanto que Elvis detestava ser chamado de rei.

    Sempre ajudou a todos que podia e seu espólio mantém até hoje um hospital Batista que cuida de crianças com câncer.

    Antes de sair por aí falando ou escrevendo sobre alguém ou algo, separe um tempo para estudar e ler a respeito para não cometer o mesmo erro do autor deste infeliz artigo intitulado “Elvis: o preço da fama”.
    nov. 20th, 2012

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