Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.


  Servindo a Deus no Mercado

       Por Robert J. Tamasy

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Rick Boxx escreveu recentemente sobre o impacto que lhe causou o filme, “Amazing Grace” (Maravilhosa Graça), que conta a história do estadista britânico William Wilberforce e sua heróica cruzada contra a escravidão na Inglaterra. Também assisti esse filme e gostaria de tecer minhas observações.

 

No filme, depois de intenso encontro com Deus, Wilberforce fica pensando se devia abandonar a promissora carreira política em favor de sua busca espiritual. Convidado para uma reunião com companheiros abolicionistas, um deles observou: “Sr. Wilberforce, compreendemos o problema que o senhor enfrenta de escolher entre a obra de Deus e sua missão de ativista político”.  Outra pessoa acrescentou: “Humildemente sugerimos que o senhor faça as duas coisas”.  

 

Wilberforce consultou seu mentor de longa data, John Newton, autor da conhecida música, "Maravilhosa Graça" (Amazing Grace), que concordou com a observação e o desafiou a abraçar, ao mesmo tempo, suas convicções espirituais e sua carreira política.

 

Uma campanha feroz está em curso enquanto eleitores americanos se preparam para eleger um novo presidente. Discussões similares estão ocorrendo nos Estados Unidos: Que papel a fé desempenha no exercício da política, se é que isso ocorre mesmo? Deveria haver "separação entre Igreja e Estado" também em nível pessoal ou as convicções espirituais de cada um interferem necessariamente no exercício de seu cargo e sua liderança?  

 

Cada um que persegue uma carreira no meio empresarial e profissional deve responder à mesma pergunta. Deve nossa espiritualidade ser mantida à parte do exercício de nosso trabalho ou nossas crenças devem influenciar como e o que fazemos? Faz muitos anos que optei: minhas crenças espirituais e convicções pessoais não podem ficar separadas do que sou como jornalista, escritor e líder empresarial. 

 

Pense nisso assim: o ateu vive e age de acordo com a crença de que Deus não existe. Assim, não tem que prestar contas no âmbito divino. Vive de acordo com seu próprio código moral. Além de observar as leis estabelecidas, o que ele diz e faz não está sujeito a um padrão de julgamento mais elevado.

 

Mas se a nossa espiritualidade nos levou à convicção de que existe um Deus, que é o Juiz final de nossa vida na terra, então devemos administrar isso ao nosso comportamento pessoal, à nossa ética e valores profissionais, bem como ao nosso compromisso com a dignidade humana, justiça e compaixão. A maneira como nos conduzimos nas transações comerciais, no trato com empregados, colegas de trabalho, fornecedores, clientes e acionistas e servimos nossa comunidade, deve representar um transbordamento de nossas crenças e convicções mais íntimas. 

 

A Bíblia diz: “Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio d’Ele graças a Deus Pai… Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo” (Colossenses 3.17; 23-24). 

 

Jesus apresentou esta aguda observação a Seus seguidores sobre administração pessoal: “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito.  Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?” (Lucas 16.10-11).  

 

Separar crenças e convicções espirituais da prática diária significa negar a verdadeira identidade.

 

 Maná da Segunda 

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