Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.

Amor que mata


 

Olho Vivo

 

 

 

 

O ódio e violência se tornaram um conceito desgastado, a bandeira do revoltado, e subversivo foi arriada, no mastro do comportamento  chic  e cult e que sucede o violento movimento punk, no Brasil essa moda vem com novo rótulo em cada década desde o descobrimento do Brasil, agora o nome emocional e passional é: emo.

 

·         É a cantiga de amor  de nossos tataravós: Origem Provença, região da França, trazidas através dos eventos religiosos e contatos entre as cortes. Tratam, geralmente, de um relacionamento amoroso, em que o trovador canta seu amor a uma dama, normalmente de posição social superior, inatingível. Refletindo a relação de servidão, o trovador roga a dama que aceite sua dedicação e submissão. Toda a freqüência em torno desse movimento era a morte pré-matura dos poetas que ocorria sempre até os 30 anos e isto se intensificou muito na segunda metade do século XIX.

 

A mídia através de artistas virtuosos e criatividade aflorada, vide a ilustração bélissima com a inocente frase: Love Will Tear Us Apart Again (Amor até chorar irá nos separar de novo, ou O Amor vai nos separar de novo)(Joy Division década de 80), uma mensagem subliminar gótica  sobre cometer suicídio após levar um pé no traseiro.

 

No país em que a palavra de ordem é exportar sexualidade em todas as formas e padrões de emissão para atrair o turismo, crianças estão sendo iniciadas cada dia mais cedo à uma viagem sem volta rumo à morte pré-matura.

 

Jovem absorve tudo o que é enviado a fim de ser percebido e se tornar popular. Quer ser notado, aprovado, seja lá como for, o amparo emocional dos pais é quase nenhum, e não enxergar a real ocupação da mente dos filhos, trará ínevitáveis más notícias.

 

A ausência de orientação sexual embasada em dados científicos, de que paixão é hormonal e o amor é de alma, nenhum temor a Deus e a sua Palavra; conduz os jovens cada dia mais cedo a práticas sexuais como forma de preencher o vazio do amor dos pais e da intimidade de um relacionamento estável e duradouro.

 

O uso genérico da indução de que o abismo do relacionamento entre homens e mulheres está cada dia mais profundo no inconsciente coletivo provocado por uma mídia tendenciosa, está conduzindo crianças a práticas sexuais das quais não estão preparadas para enfrentar emocionalmente.

 

Massificar é a palavra de ordem e para quem está sendo criado pelas vitrines dos shoppings e  ecrans de computador, televisão e cinema, não tem como se defender; a pós-modernidade é o estilo de vida contemporâneo: consumismo sexual, vem que tem, homem com mulher, homem com homem, mulher com mulher, não importa o sexo, o que importa é o emocional ser preenchido, simples assim.

 

A Igreja precisa ocupar o papel de orientador sexual e parar de  fingir não ver que Sodoma e Gomorra estão atualíssimas.

 

Basta de tanta hipocrisia, Jesus nunca se omitiu quando teve de tratar questões da época.

 

Ser próspero é ser equilibrado, prosperidade não quer dizer  dinheiro, o que adianta templos lotados e corações vazios, cadê o fogo do AMOR DE DEUS?

 

Está escondido debaixo do tapete onde estão todas as questões atuais que os senhores pastores não têm coragem de tratar.

 

Basta de liturgia, precisamos pôr um fim na hipocrisia.

 

Ai dos Pastores que apascentam a si próprios, não gostaria de estar na pele dos queridos (querido = palavra de efeito que não tem nenhum sentimento).

 

Minha oração é: SENHOR não permita que o inimigo prevaleça sobre nós. Em Nome de Jesus. Amém.

 

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: