Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.


 

Falta papo entre colegas de idades diferentes, diz pesquisa

 

Um jovem estava sentado ao lado de um homem de mais de  50 anos e questionou: como vocês conseguiam sobreviver, sem celular, notebooks, internet, enfim sem nenhuma tecnologia? Que péssimo ter nascido na sua geração.

 

Ao que o homem responde: é verdade, por isso foi que inventamos tudo isso para podermos usufruir desse conforto.

 

E vocês o que irão legar a próxima geração? 

 

A pesquisa abaixo é o  resultado de uma geração patética que está chegando, pós-moderna, consumista, rotulada, massificada, copista, criados para ser meros espectadores. 

 

Apesar de ter muitos anos de vida, 45 anos, talvez porque minha família demore a aparentar a idade, convivo no meio de pessoas dos 8 aos 35 anos, creio que esses são os mais velhos que convivo, exceto uma meia duzia dos de minha geração, raros onde moro, noto que apesar de muitos daqueles estarem estudando, a maioria não tem nenhuma iniciativa em termos gerais, não são destituídos de inteligência e sim de curiosidade, a qual me é pertinente, são muito passivos, tem horas que dá vontade de dar um chacoalhão daqueles. 

 

 

Por Megan Davies

 

 

NOVA YORK (Reuters) – Existe uma lacuna geracional nos locais de trabalho porque os empregados de 20 e poucos anos raramente conversam com seus colegas cinquentões ou sessentões, segundo uma nova pesquisa.

 

 

As 3.494 entrevistas feitas pela consultoria de RH Randstad USA mostrou que 51 por cento dos "baby boomers" (uma geração hoje na faixa dos 50-60 anos) e 66 por cento dos trabalhadores mais velhos têm pouca ou nenhuma interação com seus colegas mais jovens.

 

 

Especialistas em recursos humanos temem que essa falta de comunicação crie uma escassez de mão-de-obra qualificada, porque uma geração está se aposentando sem transferir seus conhecimentos.

 

 

"Os trabalhadores mais velhos vêem de forma estereotipada os mais jovens como não tão competentes e sem tanta ética de trabalho", disse Eric Buntin, diretor de marketing e operações da Randstad USA.

 

 

"Os trabalhadores mais jovens vêem os mais velhos como pessoas que não conseguem pensar fora do convencional."

 

 

Além disso, segundo ele, essas gerações têm expectativas diferentes a respeito de trabalho e emprego.

 

 

Para Butin, as empresas deveriam se mobilizar para "reuni-los de forma significativa, para que se engajem juntos em projetos."

 

 

A pesquisa avaliou quatro gerações: a dita Geração Y, nascida entre 1980 e 88; a Geração X, nascida entre 1965 e 79; os "baby-boomers", nascidos entre 1946 e 64; e os maduros, pré-1945 –com os quais em geral nenhuma outra geração interage.

 

 

Sobre a Geração Y, a pesquisa mostrou que há uma auto-imagem relativamente ruim, pois apenas 29 por cento de seus integrantes consideram competentes as pessoas da sua própria faixa etária.

 

Yahoo! 

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