Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.



 

A prova de uma boa religião é a que permite-se

contar piada de si mesma… (Chesterton)

 

Podemos observar no povo judeu  que seu humor se revela em uma comédia que ri de si mesmo.


Situações do cotidiano e até mesmo crenças religiosas se transformam em piada,  sem dúvida uma característica singular. Resultado de uma profunda análise de si  de quem  se conhece muito bem, e tem consciência plena de seus acertos e erros, não tendo que provar nada a ninguém, por isso consegue ironizar com tanto êxito suas reais características.


As piadas e situações cômicas quase sempre são situações reais hiper-valorizadas que resultam em risadas, como por exemplo, o judeu que em seu leito de morte se preocupa com quem irá tomar conta da lojinha, ou a gozação com a situação submissa das mulheres. Tudo isso, por incrível que pareça, além de ser uma característica exclusiva dos judeus, é para eles próprios, sinal de afeto e carinho familiar: zombar de seus entes queridos, de sua religião, de seus costumes.

 

O romanismo tirou-nos a alegria de servir a Deus, por causa de suas práticas litúrgicas. Da intimidade com Deus restou muito pouco, se transformou em rotina de beatas.

 

Carecemos  buscar dentro de nós mesmos o silêncio de nosso quarto, e o auto-conhecimento.  Os que de lá saímos não temos referência cristã, exceto as legadas pelos apóstolos do Novo Testamento.

 

Alvo da crítica de pessoas que querem a todo o custo que voltemos a nos romanizar, ironizando nossa busca prática da vida cristã e de como andar na presença de Deus, que se revela individualmente e como quer a seus filhos, respeita  nossos talentos e dons,  e nossa capacidade intelectual.

 

Quando aprendi a andar de bicicleta me disseram: quem não cai não aprende.

 

A tolerância de Deus para conosco, homens falhos em busca de Sua Presença, é inversamente proporcional a de nossos próprios irmãos, são tantas versões de doutrinas e elucubrações mentais que, não traduzem em nada o conhecimento do Criador, sendo-nos impostas goela abaixo… como se o conhecimento de Deus fosse uma receita de bolo.

 

Carecemos de perdão entre nós cristãos que queremos praticar o Sermão do Monte acima de todas as constituições humanas, e de  auto-conhecimento, como o do referido povo judeu, assim poderemos parar de dizer que  os anjos caídos são a causa de nosso insucesso, o qual se sustenta apenas pela falta de nosso real arrependimento, porque errar é humano.

 

E ao invés de batermos o patético martelo do siso de quem nunca andou com Deus, nos permitir rir de nós mesmos… e começar tudo de novo ao errarmos, até o dia que Ele mesmo nos chamar para a ambicionada Pátria Celeste.

 

Só existe um pecado que não tem perdão: a blasfêmia contra o Espírito Santo, os demais são todos passíveis da misericórdia de Deus, a qual se renova diariamente e é a razão de não sermos consumidos. Aleluia!

 

 

 

 

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