Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.


 

Ficar ou Permanecer?

 

"Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer

em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim

vocês não podem fazer coisa alguma”. (João 15:5)

 

 

Quem já  não se sentiu atropelado pela mudança de costumes, princípios e paradigmas? O que era parâmetro inegociável de valor absoluto, há poucos anos, virou relativo. "Agora é assim que se faz", porque é "normal" e "aceitável", dizem.

 

Vivemos dias caracterizados pela perda da individualidade. Somos "galera", "povão", massa informe, sem vontade e conduzida ao prazer com princípios pagãos, nefastos ao caráter, à moral, à existência, e principalmente à vida espiritual integral e eterna.  Neste caudal  nefasto surge o sincretismo, mistura e fusão do pagão com o sacro, do temporal com o eterno, onde  se tenta substituir, justificar e aceitar fatos e circunstâncias.  Come-se "com casca e tudo", e o homem se tornou presa fácil da moda, do consumo, da vaidade, do sexo, da prosperidade, da fé retributiva, que diz: "onde não houver resposta à provisão do que preciso ou pedi ao Pai",  configura-se o puro abandono de Deus.

 

Nunca o homem teve necessidade de tantas coisas, que na verdade jamais foram ou serão essenciais à sua existência. Muitos declaram precisar de um milagre. Precisa-se de roupa, emprego, carro, saúde, esposa, esposo, viagens, precisa-se do Deus “Bom Bril”, de "mil e uma utilidades".  Chegamos ao absurdo de mensurar a fé pelo grau de bens e facilidades que possua um indivíduo.

 

Hoje os jovens, tomados pelo verbo “ficar”, perguntam: "Você já ficou?", "Você fica?", "Se não fica, fique, porque ficando será mais autêntico, moderno, atual, livre, suas experiências serão condutoras do equilíbrio e do sucesso prazeroso".  Jesus usa o mesmo sentido do verbo declarando: “se permanecer n´Ele haverá frutos”.   O “ficar” de nossos jovens e adultos não tem garantia dos frutos, a árvore é outra, a raiz tem seiva amarga e não serve para frutos doces e nutritivos perenes e eternos. Acaba-se com a moral, perde-se a dignidade e a vida espiritual em nome da modernidade. Os meios de comunicação comemoram a vitória da ação sem responsabilidade. Declaram que o homem é livre para “ficar”, mesmo que seja para praticar libertinagem consensual.  Disto, todavia, resultam: depressão, enfermidade, doenças, angústia, separação, tristezas, dor, confusão, desequilíbrio, ausência de paz, e pecado.

 

O problema é que: querem “ficar” apenas para serem felizes, sem a interdependência que gera o relacionamento contínuo e responsável.  Este fenômeno tem a mesma raiz que produz complicados relacionamentos na família, entre amigos, no emprego, na escola e na igreja.

 

  Falta na verdade coragem para “permanecer” em Cristo como ramo ligado à videira e saber que a grande crise que se abateu sobre o povo de Deus é não se ter compreendido as palavras do Mestre “… sem mim nada podeis fazer”. Pense nisto. 

 

Ariovaldo Ferraz Arruda   

Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Londrina –

 

 

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Em Busca da Excelência

Por Rick Warren

 

A cada quatro anos os Jogos Olímpicos fazem dramática exibição da busca por excelência. Talentosos e bem treinados atletas são expoentes máximos de sua categoria. Embora a competição se dê em diferentes eventos, todos compartilham traços comuns. Quais as características dos homens e mulheres que, como os atletas olímpicos, sobressaem no que fazem? Em minha experiência descobri que não há fonte melhor do que a Bíblia para identificar os traços dos que chegam ao topo: 

 

1. Os que alcançam excelência trabalham com entusiasmo. O poeta Ralph Waldo Emerson disse: “Nada realmente grande jamais foi alcançado sem entusiasmo. Não importa se a tarefa é grande ou pequena, faça o seu melhor”. Os que apresentam as melhores performances empenham o melhor de seus esforços, não importa o tamanho da platéia. “Seja qual for a tarefa, coloque nela o seu coração e alma por inteiro, como um trabalho feito para o Senhor, e não meramente para homens” (Colossenses 3.23). 

 

2. Os que alcançam excelência aprimoram suas habilidades.  Jamais param de se aperfeiçoar, de crescer, de aprender e se desenvolver. É preciso mais que desejo de atingir excelência: é preciso habilidade. “Se o machado está cego, e o seu corte embotado, mais força é necessária, porém a perícia produzirá o sucesso” (Eclesiastes 10.10). Lembre-se: você jamais estará perdendo tempo, ao usá-lo para afiar seu “machado”. 

 

3. Os que alcançam excelência mantêm sua palavra.  São confiáveis. Pode-se contar com eles porque cumprem o que prometem. Sobressaem porque pessoas íntegras são raras em nossa sociedade. Afinal, confiabilidade supera o talento.“Todos falam muito acerca do quanto são leais e fiéis, mas experimente só encontrar alguém que realmente o seja!” (Provérbios 20.6). 

 

4. Os que alcançam excelência sustentam uma atitude positiva.  Mesmo sob pressão, enfrentando mudanças ou exigências realísticas, eles não se permitem tornar-se negativos. Os queixosos jamais se distinguem em coisa alguma a não ser em se lamentar. “Façam tudo sem murmurações ou contendas… e irão reluzir como uma luz num mundo em trevas” (Filipenses 2.14-15). E lembre-se: “Se o seu patrão se zangar com você, não largue seu emprego!  Uma resposta mansa ajudará a acalmar os nervos dele.”  (Eclesiastes 10:4).  

 

5. Os que alcançam excelência vão além do que se espera deles.  Este é o segredo que pessoas de sucesso descobriram. Você nunca se distinguirá fazendo apenas o que lhe é solicitado, ou seja, o mínimo. Jesus disse: “Se alguém lhe obrigar a caminhar um quilômetro, faça mais que isso, segue com ele dois quilômetros” (Mateus 5.41). 

 

O compositor e produtor musical Oscar Hammerstein contou sobre quando olhou o alto da cabeça da Estátua da Liberdade de helicóptero. Impressionou-o os detalhes incríveis que Frederic-Auguste Bartholdi, artista francês que criou a famosa estátua, esculpiu naquela área e que, talvez, jamais esperasse que alguém fosse ver. Ele não tinha a mínima idéia que alguém, algum dia, fosse capaz de voar por cima de sua estátua e estudá-la! 

 

Quando se sentir tentado a tomar atalhos, pensando que ninguém jamais saberá disso, lembre-se: “Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a Quem havemos de prestar contas” (Hebreus 4.13). Nesta semana, em tudo o que fizer, dê o melhor de si mesmo.

 

 


 

Culpa algoz da alma

 

“…Tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção, porque lançaste para trás de Ti todos os meus pecados”.

(Isaías, 38. 17b)

 

Os efeitos do pecado, por maior que este seja ou aparente, não sobrepujam os efeitos da Graça perdoadora. Isaías escreveu sobre a alegria de se sentir perdoado. De alma leve podia então prosseguir, porque o Senhor descartou-lhe o peso insuportável dos seus pecados… Esta alegria não foi um privilégio apenas de Isaías; Abrão, Moisés, Jacó, Davi, Salomão, a samaritana, e Pedro – o covarde traidor a quem incrivelmente o Senhor confiou Sua Igreja, todos pecaram feio e tiveram motivos de sobra para desistir, mas prosseguiram.

 

O fato atual é que, quando o assunto gira entre pecado e perdão, o legalismo religioso  de muitos passa longe do elementar conhecimento do modus operandi de D-us quanto ao Seu perdão e à legítima oportunidade que dá ao homem para o recomeço.

 

Pecados arrependidos, confessados e abandonados perdem o efeito espiritual da culpabilidade, pois são literalmente apagados por D-us, esquecidos. Embora, na maioria das vezes, o sentimento de culpa persista torturando, dificultando o perdão pessoal. Às vezes é difícil nos perdoar os pecados perdoados! Difícil também é a convivência com irmãos e em igrejas, onde impera, mas não se vive, a teologia do perdão divino…

 

Paradoxalmente, o que deveria funcionar curativamente, na prática age como o pior algoz. Inconscientemente, talvez não percebamos que essa forma de encarar a culpa nos torna promotores do pecado e o seu estrago, quando deveríamos promover a Graça e o seu efeito neutralizador sobre o estrago que o pecado faz.

 

É claro que há conseqüências externas decorrentes das nossas falhas, e é impossível ignorá-las. Mas estamos falando aqui na eliminação das conseqüências internas, falando em seguir em frente, pois, isso D-us não faz por nós. Temos que reagir! Lamentavelmente, muitos têm permitido que pecados perdoados, espiritualmente inexistentes, os neutralizem por toda vida, vivendo como sob tortura, uma sub-vida cristã. Isso não é vida, muito menos cristianismo!

 

Para o verdadeiro cristianismo, o de Cristo, não o dos fazedores de regras e caçadores de argueiros (Mateus 7.3), viver sob a tortura da culpa é o mesmo que abrir mão da vida, vida cristã… Todo cristão é filho do Renovo, tem direito a uma nova chance. Não apenas isso, há tantas quanto forem necessárias….

 

Esta palavra é para que aqueles que aposentaram a vida cristã por não se perdoarem, pelo peso da consciência ou por imposição institucional religiosa. Se pecaram, e se arrependeram de verdade, sintam-se perdoados no Senhor e vivam esse perdão! Ninguém tem autoridade para fazer cessar o frutificar da árvore da Vida em nós. Ninguém! Somos todos galhos d´Ela, aprendemos isso com Jesus, a Videira. Portanto, galhos não escolhem frutificar – estão ali para isso!

 

O poeta Thiago de Melo, escreveu: “Não tenho um novo caminho, o que tenho de novo é o jeito de caminhar”. Não temos à frente uma encruzilhada, mas o mesmo caminho a prosseguir. Desta vez, caminharemos com mais cuidado, e amadurecidos pelas experiências das velhas caminhadas…

 

Que sirva de bênção, avivamento e renovação!

 

Em Cristo.

 

 

 

                       Rev. Ricardo Vasconcelos

                       Igreja Presbiteriana da Penha -RJ

 


 

Judeus e árabes: irmãos

Pesquisa mostra parentesco profundo entre adversários,

apontando uma ancestralidade comum

 

Ninguém estranha quando tem notícia de dois irmãos que vivem às turras. Mas o que dizer de sujeitos que vivem brigando, mas não sabem que são tão irmãos quanto parecem? Ainda mais quando dividem o poder em uma região tão estratégica para o mundo quanto o Oriente Médio. Mas é o que acontece hoje com judeus e árabes. Um ambicioso estudo genético, realizado em conjunto por cientistas dos EUA, de Israel, da Itália, Grã-Bretanha e África do Sul, colheu amostras do DNA de 1.300 homens das duas etnias em 30 países. Estudando o cromossomo Y –aquela herança genética que é passada apenas de pai para filho sem nenhuma modificação –, obteve-se a confirmação científica de que todas as comunidades judaicas espalhadas hoje pelo mundo têm forte parentesco não apenas entre si, mas também com palestinos, sírios e libaneses. A pesquisa revela que todos esses povos possuem um ancestral comum: uma população que teria habitado o Oriente Médio há quatro mil anos.

 

O estudo também mostra que todas essas comunidades judaicas conseguiram manter praticamente intacta sua identidade biológica, mesmo tendo migrado para regiões tão distintas do planeta. Segundo o chefe do Departamento de Estudos Judaicos da Universidade de Nova York, essa pesquisa corrobora os relatos bíblicos, segundo os quais uma variedade de famílias do Oriente Médio se originou de um mesmo patriarca. Mas, de acordo com o chefe da pesquisa, Michael Hammer, os resultados também ajudam a refutar algumas teorias, como a que afirma que as comunidades judaicas são em sua maioria formadas por convertidos de outras religiões. Ou então de que descendem dos chamados khazars, uma suposta tribo medieval turca que teria adotado o judaísmo como religião.

 

A técnica que Hammer e seus colegas usaram foi a mesma empregada recentemente pela equipe de pesquisa do geneticista brasileiro Sérgio Danilo Pena, que mostrou que o homem branco brasileiro tem uma forte herança genética indígena e africana (ISTOÉ 1592). No seu trabalho, Pena já apontava a semelhança genética entre judeus e árabes, a partir das amostras de DNA colhidas nas respectivas comunidades brasileiras. Para entender essa técnica é preciso voltar às origens da evolução humana, quando todos os cromossomos Y foram perdidos, à exceção de um, cujos poucos donos não tiveram filhos ou só filhas. Assim, todos os cromossomos Y de hoje são descendentes de um único ‘Adão genético’, que teria vivido há 140 mil anos. Então, se nada tivesse mudado, hoje todos os homens do planeta teriam o mesmo cromossomo Y. Mas ao longo desses milhares de anos aconteceram pequenos erros na sequência genética desse cromossomo. Erros que se reproduziram de geração em geração. São justamente esses pequenos erros que formam a assinatura que os cientistas procuram para identificar a ascendência genética das mais diversas etnias humanas.

 

O próprio Hammer não deixa de apontar as semelhanças entre os resultados de sua pesquisa e o relato do Gênesis. A afinidade genética entre judeus e árabes lembra o relato de como Abraão se tornou pai de Ismael, filho da empregada de sua mulher, Sara, que não podia ter filhos. Ou, então, quando Sara acabou conseguindo conceber Isaac. Embora os muçulmanos tenham uma versão diferente para a mesma história, o fato é que também consideram Abraão e Ismael, ou Ismail como chamam, seus patriarcas.

 


 

 

É preciso abrir os olhos lentamente para ver

Evangelho de Marcos 10.46-52

 

 

Fechem os olhos por alguns instantes, depois vá abrindo-os lentamente. Que sensação sentiram? Sentiram uma sensação estranha, não é verdade? Fechar os olhos significa não se deixar tocar, não chorar, não sentir a dor e o desamparo, mas preferir mudar de assunto. Fechar os olhos significa afastar o medo, na esperança infantil: Se eu não enxergo esta coisa horrível, então ela também não está aí. É fugir de nós mesmo.

 

 

É preciso abrir os olhos para ver as coisas, às quais nos havíamos fechado, aprender a ver de forma nova.Eu lhes convido a olhar o cego Bartimeu, um dos personagens deste capítulo do Evangelho de Marcos. Sua determinação enérgica nos ensina que mesmo não podendo ver nada ao seu redor, podia ouvir. Assim, ouve alguém dizer que Jesus está próximo (verso.47), não perde a oportunidade e grita : “Jesus, filho de Davi, tenha pena de mim!” Muitas pessoas o mandaram calar, mas ele não se inibe e continua firme a gritar.“Então Jesus para e diz chamem o cego. Eles  chamaram e lhe disseram: -Coragem! Levante-se porque ele está chamando você!”(v.49) Jesus pergunta a Bartimeu: “ o que é que você quer que eu faça?”– Com, esta pergunta o cego é convidado a refletir: o que eu quero realmente? Ver significa transformar toda a vida. Quero isso? Será que consigo lidar com isso? – e só então da a sua resposta à pergunta de Jesus: “Mestre, eu quero ver de novo!”(v.51) . Esta resposta contém a certeza de que é bom ver. Significa que a claridade é melhor do que estar sentado no escuro ou na penumbra, mesmo que cheguem a doer o fato de olhar para a claridade, quando os olhos estão fechados durante tanto tempo.

 

 

Algo importante aconteceu quando se toma a decisão do cego Bartimeu. É a resposta que Jesus dá ao seu pedido: “Vá, você está curado porque teve fé!”(v.52) Nesse “vá” está contida a significação: Acorda para aquilo que é novo! Foi o que fez Bartimeu ao começar a enxergar novamente, seguiu Jesus pelo caminho, não lhe incomodava mais a multidão que lhe havia mandado calar, não lhe importava o que diziam ou comentavam. O importante era seguir Jesus.

 

 

Da mesma forma, Jesus também ouve o seu grito, Ele está diante de você a perguntar: "- O que você quer que eu faça? O que você precisa no momento?". Basta ter  fé. Jesus é o Único capaz de nos tirar do abismo da insegurança, do medo; é Ele quem nos reergue, nos dá nova visão para que possamos, ver de novo.

 

 

            Que Deus nos abençoe!

 

 

 

            Revdª Izaura Márcia Venerano

 

            Igreja Presbiteriana Unida de Maruípe – ES – IPU

 


 

Amor que constrange

 

  (II Epistola do Apóstolo Paulo aos Coríntios,5:14)                 

 

 

Sabemos, ou pelo menos deveríamos saber, que como filhos de D´us, devemos nos parecer com Jesus, e isso significa ser realmente cristãos. O cristão é marcado pelo Seu Amor. Para um cristão legítimo, por exemplo, o limite para perdoar quem lhe ofende é o mesmo demonstrado por Cristo. Cristão é aquele que é vencido em sua essência por uma irresistível comoção amorosa pelos menos favorecidos, pois nele, por obra do Santo Espírito de D´us, reside o Amor que constrange. O amor que jamais o deixa indiferente diante do próximo.

 

No entanto, se olharmos francamente para o "cristianismo" que, vez por outra temos vivido, perceberemos o quão distantes estamos de termos alguma semelhança com Cristo – somos uma farsa, fumaça que nem queima nem ilumina. Como somos nervosos! Impacientes com tudo! Vingativos! Pois bem, quando foi a última vez que fomos confundidos com um Cristão? Será que pelo menos uma vez na vida alguém nos achou parecido com Cristo? Se o Amor constrangedor está em nós, como conseguimos inibi-lo, escondê-lo? Como conseguimos não nos constranger, sendo Ele constrangedor? Não há quem possa esconder uma cidade edificada sobre o monte! (Mateus, 5:14).

 

Por isso a indiferença campeia em nosso meio, e arma sua tenda em nossos corações, congelando-nos a alma a tal ponto que nem nos reconhecemos mais.

 

 

Por falta de amor, nos tornamos inoperantes. Acreditem, muito temos contribuído para a manutenção e até para a expansão do reino das trevas – o reino do desamor. Nosso trabalho é outro! Será que temos nos lembrado disso? Isso tem feito parte dos nossos projetos? O amor tem nos constrangido? Temos sido solidários, amigos, conselheiros… pessoas confiáveis?

 

Que esse Amor maravilhoso nos constranja a demonstrar, dia a dia, nossa real semelhança com Jesus!

 

Com carinho,  

 

 Rev.Ricardo  Vasconcelos

Igreja Presbiteriana Unida da Penha – RJ

 




 

   

 

 

Muito do que é bom não custa nada.

O sol, a lua, as manhãs,

O mar, as árvores, as flores,

O canto dos pássaros, a água do regato.

Nas pequenas coisas da vida

É que estão os grandes prazeres.

Nós somos o que há de maior importância:

Seres superiores,

Senhores da vida e da natureza.

Nada se iguala a sentar-se sob uma árvore

 E olhar o tempo, percebendo a natureza

Que se organiza harmoniosamente.

Somos, a um só tempo,

Temporários e atemporais;

Passageiros e condutores;

História e fato,

  Nuno Cobra

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