Ele quebrou a regra para cumprir a Lei.

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Deus não tem pressa


 

Deus não tem pressa

 

"Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração…".

(Livro deTiago 5.8a)

 

 

 

Deus não conhece a pressa. Todos os movimentos divinos são marcados pelo processo. Olhe, por exemplo, para a criação. Tudo o que Ele fez parece esperar o tempo oportuno. Cada dia é uma nova forma de ser. Tal realidade é gradativa, comum e extraordinária, pois acontece sem que percebamos todas as diferenças geradas em cada instante. Nada é hoje como foi no passado. Por isso, paciência é uma palavra divina.Ela é companheira-irmã da transformação, da maturidade e da esperança.

 

Há três décadas o ritmo de vida era outro. Uma sensação de que as horas pareciam demoradas tomava conta de muita gente. Os lugares eram mais distantes. As pessoas viviam longe. A comunicação era tão difícil. As estradas permaneciam ruins. O dia era longo. A noite também.

 

A tecnologia mudou nossas vidas. Aviões mais rápidos, telefones celulares, fornos microondas, internet, aparelhos gps e câmeras de vídeo alteraram a rotina de milhões de pessoas. Os horários de almoço sumiram. A calmaria da noite de descanso foi interrompida pela ligação inesperada. É preciso produzir, viajar, conquistar, receber, ganhar, falar e ouvir.

 

A Palavra de Deus nos convida a refletir sobre o ritmo e a pressa. Descansar em Deus talvez seja a principal tarefa para aqueles que experimentam ritmos acelerados. Com os corações fortalecidos no Senhor, somos instados a prosseguir com tranquilidade.

 

É preciso crer no milagre da semente que se planta, ainda que não vejamos o que acontece sob o solo. É importante saber que o Senhor está ao lado daqueles que o temem, ainda que tempestades e estios venham sobre nossas plantações. É renovador o encontro íntimo com Aquele que é capaz de fortalecer o nosso interior para que juntos possamos anunciar o seu Reino.

 

Ao Senhor agradecemos a oportunidade de servi-lo nestes dias, com paciência e, Nele, sempre firmes!

 

 

 

Rev. Sérgio Andrade

 

Ficar ou Permanecer?


 

Ficar ou Permanecer?

 

"Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer

em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim

vocês não podem fazer coisa alguma”. (João 15:5)

 

 

Quem já  não se sentiu atropelado pela mudança de costumes, princípios e paradigmas? O que era parâmetro inegociável de valor absoluto, há poucos anos, virou relativo. "Agora é assim que se faz", porque é "normal" e "aceitável", dizem.

 

Vivemos dias caracterizados pela perda da individualidade. Somos "galera", "povão", massa informe, sem vontade e conduzida ao prazer com princípios pagãos, nefastos ao caráter, à moral, à existência, e principalmente à vida espiritual integral e eterna.  Neste caudal  nefasto surge o sincretismo, mistura e fusão do pagão com o sacro, do temporal com o eterno, onde  se tenta substituir, justificar e aceitar fatos e circunstâncias.  Come-se "com casca e tudo", e o homem se tornou presa fácil da moda, do consumo, da vaidade, do sexo, da prosperidade, da fé retributiva, que diz: "onde não houver resposta à provisão do que preciso ou pedi ao Pai",  configura-se o puro abandono de Deus.

 

Nunca o homem teve necessidade de tantas coisas, que na verdade jamais foram ou serão essenciais à sua existência. Muitos declaram precisar de um milagre. Precisa-se de roupa, emprego, carro, saúde, esposa, esposo, viagens, precisa-se do Deus “Bom Bril”, de "mil e uma utilidades".  Chegamos ao absurdo de mensurar a fé pelo grau de bens e facilidades que possua um indivíduo.

 

Hoje os jovens, tomados pelo verbo “ficar”, perguntam: "Você já ficou?", "Você fica?", "Se não fica, fique, porque ficando será mais autêntico, moderno, atual, livre, suas experiências serão condutoras do equilíbrio e do sucesso prazeroso".  Jesus usa o mesmo sentido do verbo declarando: “se permanecer n´Ele haverá frutos”.   O “ficar” de nossos jovens e adultos não tem garantia dos frutos, a árvore é outra, a raiz tem seiva amarga e não serve para frutos doces e nutritivos perenes e eternos. Acaba-se com a moral, perde-se a dignidade e a vida espiritual em nome da modernidade. Os meios de comunicação comemoram a vitória da ação sem responsabilidade. Declaram que o homem é livre para “ficar”, mesmo que seja para praticar libertinagem consensual.  Disto, todavia, resultam: depressão, enfermidade, doenças, angústia, separação, tristezas, dor, confusão, desequilíbrio, ausência de paz, e pecado.

 

O problema é que: querem “ficar” apenas para serem felizes, sem a interdependência que gera o relacionamento contínuo e responsável.  Este fenômeno tem a mesma raiz que produz complicados relacionamentos na família, entre amigos, no emprego, na escola e na igreja.

 

  Falta na verdade coragem para “permanecer” em Cristo como ramo ligado à videira e saber que a grande crise que se abateu sobre o povo de Deus é não se ter compreendido as palavras do Mestre “… sem mim nada podeis fazer”. Pense nisto. 

 

Ariovaldo Ferraz Arruda   

Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Londrina –

 

 

Culpa algoz da alma


 

Culpa algoz da alma

 

“…Tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção, porque lançaste para trás de Ti todos os meus pecados”.

(Isaías, 38. 17b)

 

Os efeitos do pecado, por maior que este seja ou aparente, não sobrepujam os efeitos da Graça perdoadora. Isaías escreveu sobre a alegria de se sentir perdoado. De alma leve podia então prosseguir, porque o Senhor descartou-lhe o peso insuportável dos seus pecados… Esta alegria não foi um privilégio apenas de Isaías; Abrão, Moisés, Jacó, Davi, Salomão, a samaritana, e Pedro – o covarde traidor a quem incrivelmente o Senhor confiou Sua Igreja, todos pecaram feio e tiveram motivos de sobra para desistir, mas prosseguiram.

 

O fato atual é que, quando o assunto gira entre pecado e perdão, o legalismo religioso  de muitos passa longe do elementar conhecimento do modus operandi de D-us quanto ao Seu perdão e à legítima oportunidade que dá ao homem para o recomeço.

 

Pecados arrependidos, confessados e abandonados perdem o efeito espiritual da culpabilidade, pois são literalmente apagados por D-us, esquecidos. Embora, na maioria das vezes, o sentimento de culpa persista torturando, dificultando o perdão pessoal. Às vezes é difícil nos perdoar os pecados perdoados! Difícil também é a convivência com irmãos e em igrejas, onde impera, mas não se vive, a teologia do perdão divino…

 

Paradoxalmente, o que deveria funcionar curativamente, na prática age como o pior algoz. Inconscientemente, talvez não percebamos que essa forma de encarar a culpa nos torna promotores do pecado e o seu estrago, quando deveríamos promover a Graça e o seu efeito neutralizador sobre o estrago que o pecado faz.

 

É claro que há conseqüências externas decorrentes das nossas falhas, e é impossível ignorá-las. Mas estamos falando aqui na eliminação das conseqüências internas, falando em seguir em frente, pois, isso D-us não faz por nós. Temos que reagir! Lamentavelmente, muitos têm permitido que pecados perdoados, espiritualmente inexistentes, os neutralizem por toda vida, vivendo como sob tortura, uma sub-vida cristã. Isso não é vida, muito menos cristianismo!

 

Para o verdadeiro cristianismo, o de Cristo, não o dos fazedores de regras e caçadores de argueiros (Mateus 7.3), viver sob a tortura da culpa é o mesmo que abrir mão da vida, vida cristã… Todo cristão é filho do Renovo, tem direito a uma nova chance. Não apenas isso, há tantas quanto forem necessárias….

 

Esta palavra é para que aqueles que aposentaram a vida cristã por não se perdoarem, pelo peso da consciência ou por imposição institucional religiosa. Se pecaram, e se arrependeram de verdade, sintam-se perdoados no Senhor e vivam esse perdão! Ninguém tem autoridade para fazer cessar o frutificar da árvore da Vida em nós. Ninguém! Somos todos galhos d´Ela, aprendemos isso com Jesus, a Videira. Portanto, galhos não escolhem frutificar – estão ali para isso!

 

O poeta Thiago de Melo, escreveu: “Não tenho um novo caminho, o que tenho de novo é o jeito de caminhar”. Não temos à frente uma encruzilhada, mas o mesmo caminho a prosseguir. Desta vez, caminharemos com mais cuidado, e amadurecidos pelas experiências das velhas caminhadas…

 

Que sirva de bênção, avivamento e renovação!

 

Em Cristo.

 

 

 

                       Rev. Ricardo Vasconcelos

                       Igreja Presbiteriana da Penha -RJ

 

é preciso abrir bem lentamente os olhos para voltar a enxergar


 

 

É preciso abrir os olhos lentamente para ver

Evangelho de Marcos 10.46-52

 

 

Fechem os olhos por alguns instantes, depois vá abrindo-os lentamente. Que sensação sentiram? Sentiram uma sensação estranha, não é verdade? Fechar os olhos significa não se deixar tocar, não chorar, não sentir a dor e o desamparo, mas preferir mudar de assunto. Fechar os olhos significa afastar o medo, na esperança infantil: Se eu não enxergo esta coisa horrível, então ela também não está aí. É fugir de nós mesmo.

 

 

É preciso abrir os olhos para ver as coisas, às quais nos havíamos fechado, aprender a ver de forma nova.Eu lhes convido a olhar o cego Bartimeu, um dos personagens deste capítulo do Evangelho de Marcos. Sua determinação enérgica nos ensina que mesmo não podendo ver nada ao seu redor, podia ouvir. Assim, ouve alguém dizer que Jesus está próximo (verso.47), não perde a oportunidade e grita : “Jesus, filho de Davi, tenha pena de mim!” Muitas pessoas o mandaram calar, mas ele não se inibe e continua firme a gritar.“Então Jesus para e diz chamem o cego. Eles  chamaram e lhe disseram: -Coragem! Levante-se porque ele está chamando você!”(v.49) Jesus pergunta a Bartimeu: “ o que é que você quer que eu faça?”– Com, esta pergunta o cego é convidado a refletir: o que eu quero realmente? Ver significa transformar toda a vida. Quero isso? Será que consigo lidar com isso? – e só então da a sua resposta à pergunta de Jesus: “Mestre, eu quero ver de novo!”(v.51) . Esta resposta contém a certeza de que é bom ver. Significa que a claridade é melhor do que estar sentado no escuro ou na penumbra, mesmo que cheguem a doer o fato de olhar para a claridade, quando os olhos estão fechados durante tanto tempo.

 

 

Algo importante aconteceu quando se toma a decisão do cego Bartimeu. É a resposta que Jesus dá ao seu pedido: “Vá, você está curado porque teve fé!”(v.52) Nesse “vá” está contida a significação: Acorda para aquilo que é novo! Foi o que fez Bartimeu ao começar a enxergar novamente, seguiu Jesus pelo caminho, não lhe incomodava mais a multidão que lhe havia mandado calar, não lhe importava o que diziam ou comentavam. O importante era seguir Jesus.

 

 

Da mesma forma, Jesus também ouve o seu grito, Ele está diante de você a perguntar: "- O que você quer que eu faça? O que você precisa no momento?". Basta ter  fé. Jesus é o Único capaz de nos tirar do abismo da insegurança, do medo; é Ele quem nos reergue, nos dá nova visão para que possamos, ver de novo.

 

 

            Que Deus nos abençoe!

 

 

 

            Revdª Izaura Márcia Venerano

 

            Igreja Presbiteriana Unida de Maruípe – ES – IPU

 

Amor que constrange


 

Amor que constrange

 

  (II Epistola do Apóstolo Paulo aos Coríntios,5:14)                 

 

 

Sabemos, ou pelo menos deveríamos saber, que como filhos de D´us, devemos nos parecer com Jesus, e isso significa ser realmente cristãos. O cristão é marcado pelo Seu Amor. Para um cristão legítimo, por exemplo, o limite para perdoar quem lhe ofende é o mesmo demonstrado por Cristo. Cristão é aquele que é vencido em sua essência por uma irresistível comoção amorosa pelos menos favorecidos, pois nele, por obra do Santo Espírito de D´us, reside o Amor que constrange. O amor que jamais o deixa indiferente diante do próximo.

 

No entanto, se olharmos francamente para o "cristianismo" que, vez por outra temos vivido, perceberemos o quão distantes estamos de termos alguma semelhança com Cristo – somos uma farsa, fumaça que nem queima nem ilumina. Como somos nervosos! Impacientes com tudo! Vingativos! Pois bem, quando foi a última vez que fomos confundidos com um Cristão? Será que pelo menos uma vez na vida alguém nos achou parecido com Cristo? Se o Amor constrangedor está em nós, como conseguimos inibi-lo, escondê-lo? Como conseguimos não nos constranger, sendo Ele constrangedor? Não há quem possa esconder uma cidade edificada sobre o monte! (Mateus, 5:14).

 

Por isso a indiferença campeia em nosso meio, e arma sua tenda em nossos corações, congelando-nos a alma a tal ponto que nem nos reconhecemos mais.

 

 

Por falta de amor, nos tornamos inoperantes. Acreditem, muito temos contribuído para a manutenção e até para a expansão do reino das trevas – o reino do desamor. Nosso trabalho é outro! Será que temos nos lembrado disso? Isso tem feito parte dos nossos projetos? O amor tem nos constrangido? Temos sido solidários, amigos, conselheiros… pessoas confiáveis?

 

Que esse Amor maravilhoso nos constranja a demonstrar, dia a dia, nossa real semelhança com Jesus!

 

Com carinho,  

 

 Rev.Ricardo  Vasconcelos

Igreja Presbiteriana Unida da Penha – RJ

 

Dificuldade Necessária


 

Dificuldade Necessária

 

 

"E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade,

de sorte que o barco era varrido pelas ondas.

 Entretanto, Jesus dormia.

Mas os  discípulos  vieram acordá-Lo, clamando:

Senhor,salva-nos, porque perecemos!"

( Evangelho de Mateus, 8.24-25)

 

 

Aquela não era para ser uma viagem longa, se tratava de um lago pequeno, conhecido por todos e seguro… Mas tudo deu errado! Temos cuidado quando calculamos os maiores projetos da nossa vida, mas tendemos a ser desatenciosos e descuidados com o que classificamos de projetos menores, coisas do dia a dia, aquelas bobagens com as quais estamos acostumados a tirar de letra. Vez por outra, no entanto, algo inesperado acontece. E então: "Salva-nos Senhor, não sabemos o que saiu errado, fizemos tudo como sempre fizemos, mas estamos perecendo!".

 

Os maiores imprevistos podem surgir durante as mais despretensiosas viagens, pelos "lagos" que julgamos seguros e absolutamente navegáveis. Mas, tal qual o mar da Galiléia, a vida é traiçoeira, esconde e revela subitamente tremendas e inexplicáveis tempestades, incontroláveis temores. Diante de tais imprevisões, de nada vale nossa habilidade, nem quantas tempestades já vencemos no braço. Sempre que nos encontramos vencidos por uma delas, vemos o quanto somos nada; não passamos da mais frágil de todas as criaturas. Via de regra, as tempestades da vida lavam os nossos olhos e nos revelam D´us!

 

Talvez hoje muitos de nós nos encontramos inexplicavelmente encharcados no lado da desesperança, morrendo no convencimento de que inevitavelmente “é o fim”, impossibilitados de visualizar saída alguma. Por outro lado, esta é a melhor hora para descobrir Quem Jesus é na verdade, o que Ele pode fazer quando nada podemos, e que Ele é o Único Socorro que resolve. Só Ele é Capaz de dizer basta a qualquer tempestade, Ele é Suficiente para nos conduzir ao destino certo, Ele é o próprio Porto seguro até firmar em solo firme nossos pés… "Salva-nos Senhor, estamos perecendo!". Estas palavras têm poder de reversão. São as únicas coisas a dizer quando não há nada a reconhecer senão o fato de que nunca fomos o que pensávamos ser – “habilidosos navegadores”.

 

Jesus, "Repreendeu os ventos e o mar; fez-se grande bonança" (verso.26). Quem precisa urgentemente de uma pronta ação em seu barco (vida), busca – e acha – em Jesus a solução! Como seria bom se hoje acontecesse um milagre em nossas vidas…

 

"Que homem é Este, que até os ventos e o mar lhes obedecem?"

 

 

 

– Este é Jesus, a nossa Única e Eficiente Esperança!

 

 

 

 

 

                 Rev Ricardo Vasconcelos

 

                 Igreja Presbiteriana da Penha – IPU

 

O Espelho


 

 

                                    O ESPELHO

 

 

Ao concluir o Sermão da Montanha, Jesus confronta seus discípulos com algumas das facetas mais sombrias da condição humana: a disposição de dizer o que não sentimos e agir diferentemente de nossas confissões.

 

Para o Senhor, nossas palavras deveriam estar acompanhadas de gestos concretos e intercessores entre a fala e o comportamento, pois permanentemente somos contraditórios e instáveis. Afirmamos nosso amor, porém somos indiferentes, irritadiços e distantes. Confirmamos pactos de lealdade, contudo estabelecemos relações paralelas, ocultas e permissivas que, ao longo do tempo, se apresentam como ondas que insistem em solapar os fundamentos e ruir os compromissos firmados anteriormente. Asseveramos que estamos dispostos ao cuidado e a proteção de um para com o outro, mas nos voltamos para interesses que contemplam tão somente vontades individualistas.

 

Jesus nos coloca diante do espelho. É preciso ver quem somos e urgente perceber a necessidade do confronto e da mudança como elementos geradores de compatibilidade entre o dizer e o ser.

 

Talvez, um bom ponto de partida seja perguntar a nós mesmos: por que agimos assim? Quais são nossas fontes motivadoras? Como posso agir para experimentar uma nova vida e, consequentemente, ver renovada minha disposição e esperança em dias melhores?

 

Certamente, ouvir e praticar os princípios e valores da Palavra de Deus é um bom início para se alcançar este objetivo. Por ouvir, entenda-se a disposição de atentar e atender verdades eternas e proporcionadoras de caminhos seguros e saudáveis para o cotidiano. Por praticar, compreenda-se a efetivação de gestos que reflitam a vontade de Cristo entre nós.

 

       

 

Deão Sérgio Andrade

 

Catedral Anglicana da SS Trindade – Recife

 

 

 

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